29.6.09

Não perder coisas bacanas por falta de companhia

Aprendi isso faz tempo. E faço questão de aproveitar. Não perder filmes no cinema por não ter companhia. Ir a shows, peças, concertos etc etc etc. Sim, um dia um amigo vai querer também, mas se na hora pintar a oportunidade... não dá pra pensar duas vezes.

Hoje, vi uma apresentação maravilhosa do Coral e Orquestra Sinfônica. Eis aqui uma das músicas que a orquestra tocou...



28.6.09

Comecei a escrever...

... e parei!

Algumas coisas não devem ser ditas ou escritas
para que não virem verdade
para que não sejam contratos
para não ser eternizado...

26.6.09

Confusão

Será que é preguiça?

Ou apenas falta de inspiração. Acho que as duas coisas. Por isso, faz tempo que não escrevo. Sim, coisas novas acontecem todos os dias em minha vida. Aprendi a gostar de academia, estou cada dia mais conhecendo pessoas novas, conversando bastante, lendo pra pós, fazendo trabalhos. Hoje a noite vou para Florianópolis com um pé e volto com um outro. Um curso com um cara do México... coisa doida.

A Jeka me contou de uma carta que eu mandei pra ela no primeiro mês que eu estava em Blumenau. Eu fiz um caderno freela sobre responsabilidade social. Entrevistei um grupo de palhaços que visitavam hospitais e uma das moças me ligou agradecendo. Eu fiquei muito emocionada, acreditando que jornalismo é uma puta profissão.

Mas sim, acontecimentos recentes me fazem crer que nem todos comungam dessa crença. Alguns acham que o veículo é mais importante do que as pessoas que se sacrificam todos os dias pela notícias. Sim! Sacrifício. Úlceras, gastrites, estresse, cobranças, censura, fontes mal-educadas, café ruim na redação, correria. Mas agora liberou geral, e todos podem saber como é legal ser jornalista... vamos lá! Quem se habilita?

Sério, estou em crise com a profissão. Estou dando um tempo e por período indeterminado. Enquanto isso, escrevo aqui, quando der vontade, não vou falar da morte de famosos, nem de gripe (afinal, faz duas semanas que estou gripada, mas acho que é o tipo normal).

21.6.09

Divã


Assisti o filme baseado no livro da Martha Medeiros esses dias: Divã. A Martha tem uma coisa de falar o que toda mulher quer ouvir. A mulher santinha ou não, a louca ou não, a que com certeza não é normal. Acho que ela tem essas crises, como todas nós. E ler o que ela escreve, me faz sentir menos doida.

E o que eu escrevo passa a ser um desabafo também. O conselho de cego para outro cego. A constatação de que somos mais parecidas (todas as mulheres) do que se imagina. As crises, os medos e as dúvidas... todas temos. Bom se ver no espelho...

20.6.09

Be gentle with me

Bem que eu queria

... ter dito sim sem vacilar
e simplesmente te encontrar
te ter sem medo, sem receio
sem cobranças ou imprevistos
só deixar acontecer
enquanto há tempo e vontade